Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
6 de Março de 2008 - 17h27 - Última modificação em 6 de Março de 2008 - 19h45


Grupo do Rio discute amanhã solução para crise entre Equador e Colômbia

Mylena Fiori
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - A crise entre Equador e Colômbia, resultante de um ataque militar colombiano em território vizinho, será tratada por chefes de estado e de governo de países da América Latina e Caribe, durante reunião do Grupo do Rio, amanhã (7), em Santo Domingo. Em entrevista hoje (6) à Telam, agência de notícias da Argentina, o chanceler dominicano, Carlos Morales Troncoso, se disse confiante em um "diálogo frutífero".

Está confirmada a presença dos presidentes do Equador, Rafael Correa, da Colômbia, Álvaro Uribe, e da Venezuela, Hugo Chávez, no encontro. Os três, segundo Troncoso, são "países irmãos e amantes da paz".

Na última segunda-feira (3), o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, conversou por telefone com Correa, Uribe e Chávez, com a intenção de reduzir as tensões entre os governos. Segundo informações publicadas na página da Presidência da Colômbia na internet, Fernández espera que a cúpula de chefes de estado e de governo sirva de marco para um possível entendimento entre Equador, Colômbia e Venezuela.

O Brasil será representado na 20ª Cúpula do Grupo do Rio pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que hoje participa de reunião de chanceleres do grupo. Ainda são esperados os mandatários da Argentina; Chile; México; Guiana; Nicarágua; Guatemala; El Salvador; Honduras; Panamá e Haití, além do anfitrião, Leonel Fernández Reyna.

Os temas centrais da cúpula são energia, desastres naturais e desenvolvimento. Nas sessões prévias, no começo desta semana, entraram em pauta temas como integração e cooperação energética – por sugestão da Venezuela, os países do Grupo do Rio assinarão declaração especial sobre o tema. "Temos que ver como estabelecer programas de energias alternativas, para ver como podemos combater os altos preços do combustível, que estão afetando seriamente as economias dos países não produtores de petróleo", ponderou o chanceler dominicano à Telam.

Segundo Troncoso, é necessário buscar novas formas de produção de etanol e apoiar o uso das energias eólica e solar. Hoje, o preço do barril de petróleo chegou perto de US$ 106.

Os mandatários da América do Sul e do Caribe deverão firmar, além da Declaração de Santo Domingo, duas declarações conjuntas, uma sobre os legítimos direitos da Argentina na disputa de soberania sobre as Ilhas Malvinas e outra de solidariedade aos países do Grupo de Rio afetados por desastres naturais em 2007.

O Grupo do Rio é um mecanismo de consulta internacional constituído por países da América Latina e Caribe. Foi criado em 18 de dezembro de 1986, por meio da Declaração do Rio de Janeiro, assinada por Argentina; Brasil; Colômbia; México; Panamá; Peru; Uruguai e Venezuela. Além desses países, integram o Grupo Belize: Bolívia; Chile; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Guayana; Honduras; Nicarágua; Paraguai e República Dominicana.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina