Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
12 de Março de 2008 - 22h30 - Última modificação em 12 de Março de 2008 - 22h30


Lula promete política agressiva de distribuição de renda

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Brasília - Apesar de comemorar o crescimento de 5,4% da economia em 2007, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu hoje (12) que continuará rigoroso com a política econômica.

“Não permitirei em hipótese alguma que alguém pense que nós estamos com os problemas todos resolvidos, que a economia está totalmente consolidada, que não temos mais nenhum problema. Portanto, agora vamos gastar. Não há hipótese”, disse o presidente para os empresários que participaram da mesa de negócios promovida pela revista The Economist.

Lula afirmou que prefere adotar uma postura cautelosa quanto ao resultado do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e enfatizou que uma de suas prioridades é a distribuição de renda. “Não fico preocupado de ser chamado de conservador. Quero ser bastante agressivo é na política de distribuição de renda, na política social. Na economia, quero ser cauteloso”, destacou em discurso que durou uma hora e quinze minutos.

O presidente afirmou também que o país sofre de falta de mão-de-obra porque ficou parado durante mais de 20 anos e acabou surpreendido quando a economia começou a crescer novamente. “O crescimento foi muito rápido e pegou um país, que estava há 26 anos com crescimento muito baixo, despreparado”, disse Lula, ao enfatizar que governo e iniciativa privada estão investindo para a formação de pessoal.

Antes de participar da mesa de negócios, Lula esteve na cerimônia de comemoração dos quatro anos do Ministério de Desenvolvimento e Combate à Fome. Mais uma vez, o presidente criticou a elite brasileira, que segundo ele, é a principal adversária dos programas sociais.

“O grande adversário do ministro [Patrus Ananias] e dos programas [do ministério] foi enfrentar o preconceito arraigado na cabeça de um parte da elite brasileira que acha que tudo que a gente dá para ela é investimento. Para os pobres, é gasto”, disse Lula.





 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina