Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
13 de Março de 2008 - 15h04 - Última modificação em 13 de Março de 2008 - 15h04


Receita Federal fiscalizará produtos despachados pelo Aeroporto Tom Jobim

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Para combater o contrabando e o comércio ilegal de produtos enviados pelos correios ou outro tipo de remessa expressa, a Receita Federal realiza hoje (13) uma operação no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, zona Norte.

A fiscalização faz parte da operação chamada Leão Expresso III, em que produtos importados e mercadorias enviados para o exterior serão analisados em todas as capitais do país e no Distrito Federal.

De acordo com o auditor fiscal da Receita, José Roberto Menezes, um dos objetivos da operação é combater o tráfico de drogas. “Vamos atuar na remessa para o exterior haja visto que o Brasil é rota de passagem do tráfico internacional de drogas”, disse. A Receita usará na operação cães farejadores da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que apóia a operação.

Até o início da tarde desta quinta-feira, não havia um balanço da fiscalização. A expectativa da Receita é apreender R$ 1 milhão em mercadorias, sendo que a maior parte pode vir de pacotes postados em Miami ou em Hong Kong.

“Com base nas nossas investigações, verificamos que de Miami partem produtos eletrônicos e de informática subvalorizados. Alguns declarados como roupas e outros com um valor bem abaixo ao de mercado”, explica o analista tributário da Receita, Dílson Benevides.

De Hong Kong, chegam ao Brasil produtos eletrônicos enviados ilegalmente, além de mercadorias falsificadas, principalmente bebidas e artigos de luxo.

Segundo a Receita, os donos dos produtos irregulares serão convidados a se explicar. Eles correm o risco de perder a mercadoria, que ficará apreendida, e ainda responder criminalmente pela infração.





 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina