Skip to content. Skip to navigation

A empresa    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
14 de Março de 2008 - 14h11 - Última modificação em 14 de Março de 2008 - 14h45


Conselho Sul-Americano de Defesa deve ser criado ainda este ano, prevê Jobim

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou hoje (14) que pretende “consolidar” o Conselho Sul-Americano de Defesa ainda este ano. Ele disse que a articulação começará pela Venezuela, onde se encontrará com o presidente Hugo Chávez, em 14 de abril, e seguirá por Guiana e Suriname. Segundo o ministro, o tema já foi tratado “informalmente” no Chile e na Argentina, que estariam de acordo com a proposta brasileira.

De acordo com Jobim, o conselho deverá tratar de questões militares dos países sul-americanos e prevenir situações como a invasão do território equatoriano pela Colômbia, no início do mês, mas sem interferir nas relações diplomáticas.

“Vamos conduzir, exclusivamente, questões de defesa”, disse Jobim. “Não se pretende criar uma Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] do Sul. Queremos integrar problemas de defesa em uma política sul-americana”, ressaltou.

Em entrevista à imprensa, Nelson Jobim não comentou a ajuda oferecida ontem (13) pela secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, para criação de um plano de segurança regional.

Em relação à ocupação de fronteiras por grupos terroristas, o ministro garantiu essas áreas estão sob controle no Brasil. “Não temos nenhum problema. Não há disputa. A nossa grande fronteira, a Amazônia, está monitorada por forças militares”, disse.

Mesmo assim, o ministro destacou que um dos objetivos do Conselho Sul-Americano de Segurança será discutir o reforço na atuação nessas áreas fronteiras. No Brasil, principalmente, nas fronteiras com a Amazônia.

“Em relação a monitoramento de fronteiras, a Amazônia será a mais privilegiada, porque é a região menos habitada”, afirmou Jobim.”Também Rio Grande do Sul e Centro-Oeste. Mas fundamentalmente a Amazônia”, reforçou.




 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina