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16 de Março de 2008 - 15h11 - Última modificação em 17 de Março de 2008 - 20h11


Moradores do entorno do Distrito Federal se queixam da falta de cinema

Iolando Lourenço
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Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Novo Gama (GO)  - As estudantes Aichalynne Sampaio e Myuki Lima falam à Agência Brasil sobre a falta de opções de diversão no município, que não tem salas de cinema
Novo Gama (GO) - As estudantes Aichalynne Sampaio e Myuki Lima falam à Agência Brasil sobre a falta de opções de diversão no município, que não tem salas de cinema
Novo Gama (GO) - Moradores de cidades do entorno do Distrito Federal, como o Novo Gama (GO), apostam na concretização da lei que estende o benefício da dedução do Imposto de Renda a quem patrocina a construção de salas de cinema e teatro em municípios de até 100 mil habitantes. Eles se ressentem da falta de opção quando querem assistir um filme.

A estudante Myuk Silmara, de 21 anos, que mora no Novo Gama, reclama de ter que se deslocar para Brasília, o que a faz percorrer um trecho de cerca de 50 quilômetros ou, na melhor das hipóteses, para Valparaíso, que fica distante 10 quilômetros do Novo Gama.

“A falta de lazer leva as pessoas à droga, ao roubo e a violência. Se tivéssemos mais divertimento seriamos mais felizes”, disse.

Em Valparaíso, a opção é o shopping da cidade, que tem duas salas de cinema com capacidade para 200 pessoas cada. O problema para quem mora perto da cidade goiana é o preço do cinema que, nos shoppings, segue o valor cobrado nos grandes centros.

O funcionário público Jefferson Queiroz, de 25 anos, morador do Novo Gama, está confiante de que o incentivo da lei vá ajudar na construção de novas salas de cinema. “Aqui a gente sente falta de cinema. Temos que ir à Brasília para assistir a um filme. O jovem sem lazer é uma porta aberta para as drogas e para a prostituição”, afirmou.




 


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