



|
Brasília - Economistas
e empresários apostam que em dez anos o Brasil será
responsável por mais da metade da quantidade de soja, etanol,
minério de ferro, entre outras matérias-prima, em circulação
no mundo. Para o consultor para logística e infra-estrutura de
transporte da Confederação de Agricultura e Pecuária
do Brasil (CNA), Luiz Antônio Fayet, para dar conta da demanda de todo o planeta, o país
terá que colocar sua produção sobre os barcos e levar a todos os
destinos.
Das hidrovia existentes, a do Rio Madeira é apontada como a mais segura, segundo o consultor ambiental Eduardo Martins. “A
hidrovia do Madeira tem pouquíssimos acidentes, ela está
organizada principalmente para transportar grãos e a
informação que dispomos é que opera de forma
satisfatória”, afirma Martins.
A
sinalização da hidrovia é fundamental para
evitar acidentes, de acordo com o pesquisador Waltair Machado, da Universidade Federal
do Amazonas (UFAM). “Na hidrovia do Rio Madeira, por exemplo, está
havendo agora um processo de sinalização, mas isso por
causa da indústria da soja, especialmente.” Criada há mais de 10 anos, a hidrovia do Rio Mandeira liga Porto Velho (RO)
ao porto de Itacoatiara, no Amazonas e é responsável
pelo escoamento de grande parte da produção de soja do
Mato-Grosso e Rondônia.
|
|