Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
22 de Março de 2008 - 16h31 - Última modificação em 22 de Março de 2008 - 18h39


Secretaria diz que só exames podem confirmar morte de grávida por dengue no Rio

Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - A Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro informou que somente após a conclusão dos exames sorológicos é que se poderá confirmar se foi mesmo dengue a causa da morte de Roberta da Silva Gama, ocorrida na noite de sexta-feira (21), no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Grávida de oito meses, Roberta deu entrada no hospital na última terça-feira (18) com um quadro de septicemia, apresentando vários sangramentos. No mesmo dia, recebeu a notícia de que o bebê que esperava havia morrido.

De acordo com a família, Roberta começou a passar mal no domingo (16) e no dia seguinte (17) foi atendida no Hospital Municipal de Duque de Caxias, sendo liberada horas depois. Na terça-feira, buscou atendimento na unidade estadual onde acabou sendo internada.

A conclusão dos exames de sorologia de Roberta e do bebê está prevista para a próxima quarta-feira (26). Ontem (21), a morte de uma criança com suspeita de dengue foi confirmada pelo Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na zona oeste do Rio. No atestado de óbito de Ana Clara Gonçalves, de sete meses, constava dengue como causa de "morte terciária", sendo pneumonia a primária.

Esta semana, em apenas um dia, entre quarta e quinta-feira (20), a Secretaria de Saúde do Rio confirmou 2 mil casos de contaminação por dengue. Os hospitais públicos ficaram lotados e agentes de saúde intensificaram as ações de conscientização na tentativa de prevenir um aumento da epidemia.

Na segunda-feira, começa a funcionar o gabinete de crise do Ministério da Saúde no Rio. As Forças Armadas também devem definir formas de apoio aos governos locais. A prioridade no auxílio federal será para o reforço nas condições de atendimento para a população, em termos materiais.



 


  ASSUNTOS DESTA NOTÍCIA

 

O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina