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25 de Março de 2008 - 16h28 - Última modificação em 25 de Março de 2008 - 17h12


Ambulante no Rio vende até 30 raquetes elétricas por dia contra mosquito da dengue

Thaís Leitão
Repórter da Agência Brasil

 
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Marcello Casal JR/ABr
Rio de Janeiro - O ambulante Roberto Galdino vende pelas ruas do centro da cidade a raquete elétrica, usada no combate ao mosquito da dengue
Rio de Janeiro - O ambulante Roberto Galdino vende pelas ruas do centro da cidade a raquete elétrica, usada no combate ao mosquito da dengue
Rio de Janeiro - O carioca vem utilizando métodos diferentes para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Além de evitar deixar água parada, cobrir piscinas e caixas d´água, colocar terra nos pratinhos dos vasos de plantas, a nova "arma" para enfrentar o inseto é uma raquete elétrica: vendida por ambulantes em sinais de trânsito, ela dá choques e queima os mosquitos.

O ambulante Roberto Galdino, que trabalha nas ruas do Centro, contou que desde janeiro o movimento aumentou e que chegou a vender 30 raquetes em um só dia. A grande procura, segundo ele, levou a um aumento também no preço.

"As pessoas estão se prevenindo de todas as formas e o choque dessa raquete é capaz de matar o mosquito na hora. No início do ano a gente vendia por R$ 10, mas agora já vendemos até por R$ 20", disse.

O jornalista Franco Del Fiori aproveitou a parada em um dos sinais da Avenida Rio Branco, a principal do Centro, e comprou uma raquete: "A gente está com muito medo da dengue, então tem que fazer qualquer coisa para matar os mosquitos."

Nesta tarde, 1.200 homens do Corpo de Bombeiros reforçam o combate ao mosquito no bairro de Curicica, em Jacarepaguá, na zona oeste, onde se concentra o maior número de casos de dengue. Eles vão identificar focos de infestação e cobrir caixas d´água, além de visitar as residências e colocar produtos para evitar a proliferação de larvas nos ralos.


 


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