Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
26 de Março de 2008 - 21h02 - Última modificação em 26 de Março de 2008 - 21h02


Autoridades brasileiras e suecas assistem à partida de futebol em embaixada

Morillo Carvalho
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Valter Campanato/ABr
Brasília - Celebração do gol do Brasil durante jogo em comemoração aos 50 anos da Copa do Mundo na Suécia
Brasília - Celebração do gol do Brasil durante jogo em comemoração aos 50 anos da Copa do Mundo na Suécia
Brasília - O placar de 1 a 0 do amistoso de hoje (26), entre as seleções de futebol brasileira e sueca confirmou, nos esportes, o trunfo do Brasil conquistado há 50 anos, na final da Copa do Mundo de 1958. No âmbito político e cultural, entretanto, a rivalidade entre os dois países parece não existir. A partida entre as duas seleções foi assistida por autoridades brasileiras e suecas na sede da Embaixada da Suécia, em Brasília.

Assistiram à partida, ao lado da embaixadora da Suécia, Annika Markovic, o vice-presidente José Alencar e o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

“É uma relação muito próxima e é preciso que nós aproveitemos toda essa afinidade 'futebolística' para também fazer com que haja afinidade nos negócios entre os dois países, porque isso é bom para ambos. Há muita sinergia entre Brasil e Suécia”, comentou José Alencar.

Para ele, depende do empresariado a descoberta de setores onde é possível construir parcerias entre os dois países. “Quem normalmente descobre as sinergias com absoluta eficiência são as empresas. Então é preciso que nós, governos de ambos os países, façamos com que os empresários brasileiros conheçam as oportunidades da Suécia e vice-versa”, defendeu.

Já a embaixadora da Suécia, Annika Markovic, disse apenas que “esta é uma prova das relações fraternas entre os dois países”, mas ponderou que todos estavam ali “para prestigiar o melhor futebol do mundo, o sueco”. A expectativa, no entanto, não se confirmou quando saiu o resultado favorável à seleção canarinho.

Os jogadores de futebol Djalma Santos e Pepe, que participaram da Copa do Mundo de 1958 em Estocolmo e trouxeram para o Brasil o primeiro título de campeão, num jogo entre Brasil e Suécia que terminou em 5 a 2, também foram convidados pela embaixada.

José Macia, atacante em 1958 que ficou conhecido como Pepe, esperava mais gols na partida de hoje (26). “O termo romântico talvez seja o que mais caracterizava o nosso futebol. Aconteciam 7 a 6, 8 a 4, 6 a 5, hoje não. Hoje, a maioria dos jogos é essa lentidão, zero a zero. A prioridade no tempo em que jogávamos era o ataque. Então, logicamente que os espetáculos não são tão bonitos quanto antes”, contou.

A Rádio Nacional reprisou hoje (26) a narração da final da Copa de 1958, na íntegra, e disponibilizou o áudio na internet em um site especial, preparado em parceria com a Agência Brasil. Para ter acesso, clique aqui.


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina