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27 de Março de 2008 - 12h13 - Última modificação em 27 de Março de 2008 - 12h45


Patrus descarta possibilidade de concorrer à prefeitura de Belo Horizonte

Hugo Costa
Repórter da Agência Brasil

 
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Roosewelt Pinheiro/ABr
Brasília - O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, fala a emissoras de rádio sobre os quatro anos de criação do ministério e a assinatura de acordos de cooperação com parceiros do Poder Público
Brasília - O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, fala a emissoras de rádio sobre os quatro anos de criação do ministério e a assinatura de acordos de cooperação com parceiros do Poder Público
Brasília - O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, descartou a possibilidade de se lançar candidato à prefeitura de Belo Horizonte.

Em entrevista concedida hoje (27) a emissoras de rádio, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), em Brasília, ele se disse satisfeito com o trabalho desempenhado no ministério e destacou as ações do programa Bolsa Família.

“Não sou candidato a prefeito de Belo Horizonte. Uma decisão que tomei há mais de um ano, quando o presidente Lula me convidou para continuar à frente do ministério”, assegurou. “Penso que hoje nós estamos cumprindo uma missão nacional. Nós estamos consolidando um ministério voltado única e exclusivamente para promoção dos pobres.”

Patrus ressaltou que os programas desenvolvidos pelo ministério atendem a cerca de 60 milhões de pessoas. Muitos dos beneficiados, segundo ele, estão na capital mineira, onde cumpriu mandato na prefeitura entre 1993 e 1996.

Destacado pelo ministro como uma das grandes realizações do governo, o Bolsa Família e a ampliação de sua rede de assistidos, de acordo com ele, não tem sido utilizado para fins eleitoreiros.

“O Bolsa Família, uma política pública, um programa estabelecido por lei com uma grande participação da sociedade, temos parceria com os Ministérios Públicos estaduais e Federal, ele vem sendo permanentemente ampliado, consolidado e aperfeiçoado. Inclusive estamos cada vez mais integrando o Bolsa Família com outros programas como o de erradicação do trabalho infantil e de atenção integral às famílias”.

O Bolsa Família, bem como outras políticas sociais, garante o ministro, não privilegia administrações que apóiam o governo federal.“As pessoas entram e saem dos programas segundo critérios legais, da mesma forma que nós trabalhamos com os governos estaduais e com as prefeituras numa linha absolutamente republicana, suprapartidária, segundo critérios legais e objetivos”.

O ministro também negou que as políticas sociais do governo sejam paternalistas ou assistencialistas. “Nós sabemos que cuidar das pessoas não é assistencialismo. Hoje os organismos internacionais reconhecem o direito humano à alimentação com regularidade, quantidade e qualidade. Assegurar o direito à alimentação é assegurar o primeiro degrau do direito à vida.”




 


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