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5 de Abril de 2008 - 11h07 - Última modificação em 5 de Abril de 2008 - 15h00


Manifestantes defendem no Rio pesquisas com células-tronco embrionárias

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - Familiares e amigos de pessoas portadoras de doenças degenerativas fazem hoje (5) uma manifestação na Praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace.

Eles fazem parte do Movimento em Prol da Vida e querem sensibilizar as pessoas em torno da discussão sobre a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias. Os ativistas em defesa do avanço da ciência - que, segundo eles, pode curar pessoas com doenças como Parkinson e Alzheimer - entregam panfletos à população e exibem faixas com os dizeres: "Chega de adiar a cura" e "Liberem as pesquisas".

Para Valéria Leite Soares, coordenadora da Associação Carioca da Distrofia Muscular, é importante a sociedade se informar sobre os benefícios que as pesquisas podem trazer. "É uma luz no fim do túnel para a cura de muitas doenças. Temos que alertar a população sobre a aprovação, pelo Supremo Tribunal Federal, das pesquisas. Nossos cientistas precisam começar a trabalhar".

A mobilização no Rio marca o fim do prazo para o ministro do STF Carlos Alberto Menezes Direito decidir sobre a constitucionalidade das pesquisas com células de embriões congelados.

Após três anos de tramitação no Supremo, o processo foi apresentado no mês de fevereiro. Com um pedido de vista de Menezes, a decisão foi adiada para este mês de abril.

Além da manifestação no Rio, o Movimento em Prol da Vida promove mobilizações no Distrito Federal, Ceará, São Paulo e Goiás.



 


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