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7 de Abril de 2008 - 17h13 - Última modificação em 7 de Abril de 2008 - 17h13


Geddel pede “combate de guerra” para prevenir dengue no Nordeste

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A distribuição de mosquiteiros junto com kits de medicamentos e cestas básicas é uma das medidas preventivas adotadas pelo governo federal para amenizar o problema das enchentes no Nordeste e evitar possíveis surtos e epidemias de dengue na região, por causa do grande acúmulo de água. A informação foi dada hoje (7) pelo ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.

“É preciso um verdadeiro combate de guerra, para que não sejamos surpreendidos, além de todas as dificuldades, pelo problema da dengue também no Nordeste brasileiro”, afirmou o ministro.

De acordo com balanço do Ministério da Integração Nacional, o número de pessoas prejudicadas pelo excesso de chuvas no Nordeste já chega a 180 mil. A estimativa inclui os desalojados – expulsos de suas residências, mas alojados em casa de terceiros – e desabrigados – expulsos de suas casas, mas contando com o Poder Público para abrigá-los.

“A oportunidade serve para lembrar a população do Nordeste da [necessidade de] atenção redobrada em função do acúmulo de água, além da manutenção de limpeza de suas próprias residências. O governo está fazendo, e vai fazer, a sua parte”, afirmou o ministro. Ele ressaltou, no entanto, que é possível combater a dengue sem a participação de cada cidadão cuidando da sua casa.

Segundo Geddel, o problema da dengue não pode ser resolvido só com ações do governo e sim com a colaboração da população que vive nos estados nordestinos mais atingidos pelas chuvas. “Permitindo que os agentes de saúde entrem nas residências, tomando medidas de limpeza e de não manter focos do mosquito”, explicou o ministro.




 


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