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Brasília - Para garantir o bom uso
da internet banda larga nos laboratórios de informática
das escolas públicas é preciso capacitar professores e
digitalizar os conteúdos. Foi o que defendeu hoje (8) o ministro
da Educação, Fernando Haddad, na cerimônia de
lançamento do programa Banda Larga nas Escolas, que até
2010 deve atender 56 mil escolas públicas de educação
básica. “Nós temos que
criar ambiente virtuais. Não basta levar o laboratório
e a banda larga, precisamos criar no Brasil uma indústria de
produção de conteúdos digitais educacionais,
porque senão a internet terá pouca valia”, indicou
Haddad.
De acordo com o
ministro, ainda no primeiro semestre de 2008 será lançado
o portal do professor. “Também queremos utilizar os
laboratórios de informática para fazer chegar ao
professor aquilo que de melhor os nossos institutos e universidade
federais produzem.”
Segundo Haddad, o
Programa Nacional de Informática na Educação
(Proinfo) já capacitou 70 mil profissionais e ainda esse ano
deverão ser mais 100 mil. Toda a cadeia de inclusão
digital está sendo trabalhada por vários ministérios,
entre eles o da Ciência e Tecnologia e o da Cultura, que em
parceria lançaram edital para a produção dos
conteúdos digitais.
De acordo com o
Ministério da Educação, 40% das escolas terão
a conexão instalada até o final desse ano e 2 mil até
junho. Em 2009, o serviço será estendido a outros 40%
e, em 2010, aos 20% restantes. Ao todo, o Banda Larga na Escola
atenderá 37,1 milhões de aluno, o que representa 86%
dos estudantes brasileiros da rede oficial.
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