|
|
18 de Abril de 2008 - 14h07 -
Última modificação
em 18 de Abril de 2008 - 14h07
Especialistas do Brasil e do exterior visitam presídio no Distrito Federal
Da Agência Brasil
|
|




|
Gervásio Baptista/Abr
| |
Brasília - Grupo de profissionais envolvidos com administração de sistemas penitenciários que fará visita ao Sistema Penitenciário da Papuda (DF)
|
Brasília - Um grupo formado por 30 profissionais que atuam na administração do sistema penitenciário e por outros especialistas na área, do Brasil e do exterior, visitará hoje (18) à tarde o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Eles vão conhecer o funcionamento da unidade, em complementação às discussões realizadas no seminário Sistemas Penitenciários e Direitos Fundamentais.
O evento começou na última quarta-feira (16) e terminou ontem, no Ministério da Justiça. Para o diretor de Políticas Penitenciárias do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), André Luiz de Almeida e Cunha, o resultado mais importante do encontro foi o conhecimento da realidade internacional.
“As discussões foram todas muito boas, porque, a partir do momento em que você começa a ter contato com a realidade de um outro país, começa a repensar na sua realidade”, avaliou.
Durante o seminário, foram abordadas questões gestão do sistema carcerário no Brasil e em outros países da América Latina, segurança, trabalho nas penitenciárias e situação das mulheres presas. Também foram discutidas a privatização e terceirização dos estabelecimentos prisionais, que, segundo Cunha, ainda são uma “realidade muito pontual” no Brasil, mas em alguns países, principalmente da Europa, são bastante adotadas.
A experiência brasileira das penitenciárias federais também foi tratada durante o encontro. De acordo com o diretor, o Brasil começou a implantar a primeiras unidades federais em 2006.
“A natureza do sistema penitenciário federal hoje é de apoio de vagas qualitativas para os estados, presos de alta periculosidade que precisam ser removidos para o sistema federal. E a União, com uma estrutura melhor, com uma capacidade de orçamento maior, tem condições de prover uma segurança mais adequada para esses criminosos”, explicou.
|
|
|
LEIA MAIS SOBRE OS ASSUNTOS
|
|