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Rio de Janeiro - O ProJovem
Adolescente, uma parceria do governo federal com a prefeitura do Rio,
vai oferecer atividades socioeducativas para 26.400 jovens
fluminenses, na faixa de 15 a 17 anos. Os adolescentes, que deverão
ser integrantes de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família
ou outro programa social, vão participar de oficinas e
encontros nas áreas de cultura, esporte, meio ambiente e
saúde.
Segundo o assessor técnico do Ministério
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Alexandre Reis, o
objetivo do projeto é desenvolver as potencialidades e
incentivar a cidadania dos adolescentes. Reis explicou que o projeto
não visa à capacitação profissional, mas
a uma formação geral que ajude o jovem a entrar no
mercado de trabalho.
"O grande centro do serviço
socioeducativo é realmente a convivência social, para
que os jovens possam se integrar em suas comunidades e famílias,
e também ter uma participação cidadã,
para intervirem em suas realidades e alterarem e melhorarem a vida
nessas comunidades", disse ele.
As atividades devem começar no dia 2 de
junho nos centros de referência de assistência social
(CRAS) do estado do Rio. Os participantes serão selecionados
entre jovens em situação de risco social por indicação
desses centros de referência, do Conselho Tutelar e do
Ministério Público.
Em todo o país, o programa oferece quase
500 mil vagas. O ProJovem Adolescente é uma das quatro
modalidades do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, que
tem ainda programas de capacitação profissional e
aumento do nível de escolaridade de brasileiros com idade até
29 anos.
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