Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
25 de Abril de 2008 - 13h19 - Última modificação em 25 de Abril de 2008 - 13h19


Fipe volta a prever inflação de 0,51% para abril

Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

São Paulo - O coordenador da pesquisa sobre o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), Márcio Nakane, refez hoje (25) a previsão da taxa para o encerramento deste mês de abril e retomou a projeção que havia feito anteriormente (0,51%). Ele afirmou que a variação constatada na terceira prévia (0,49%) ante (0,43%) “ficou dentro do esperado nessa trajetória de aceleração que vem sendo observada”.

De acordo com a análise do economista, os itens alimentícios e gastos com aluguel e outras despesas com a habitação continuam sendo os principais motivos de aceleração inflacionária na cidade de São Paulo.”O que nós apuramos é que , o pãozinho [pão francês] continua entre os subitens de pressão”.

A alta desse produto, conforme a pesquisa da Fipe, atingiu em média 7,81%, uma correção que reflete a elevação do trigo, matéria-prima básica da farinha de trigo. Segundo a previsão da indústria de panificação, o pãozinho pode ficar até 12% mais caro. O levantamento da Fipe mostrou também que no caso do arroz, a alta foi de 2,99% na comparação com a terceira prévia de março.

Apesar de o grupo habitação ser apontado pelo coordenador da pesquisa como de maior peso na composição do IPC junto com de alimentação, a aceleração foi pequena em 0,01 ponto percentual, alcançando 0,51%. No processo inverso, outros dois grupos reduziram o ritmo de alta: transportes, de 0,23% para 0,22% e educação de 0,08% para 0,09%.

Quanto ao grupo saúde com elevação de 0,71% ante 0,39%, Nakane confirmou que a principal pressão foi exercida pelos recentes reajustes nos preços dos medicamentos. Ele lembrou que a tabela oficial tem três classes de aumentos: 2,52%. 3,56% e 4,61%, mas no cálculo do IPC, essa variação foi diluída para 1,62%.

A pesquisa da Fipe é realizada com base na variação de preços dos produtos e serviços consumidos na cidade de São Paulo pelas famílias na faixa de renda entre um e 20 salários mínimos.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina