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25 de Abril de 2008 - 18h57 - Última modificação em 25 de Abril de 2008 - 18h57


Paulo Renato defende-se da acusação de gastos indevidos à frente do MEC

Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O deputado Paulo Renato Souza (PSDB-SP) rebateu hoje (25), em nota à imprensa, as acusações de que teria usado indevidamente recursos do Ministério da Educação em viagens sem caráter oficial. As acusações foram feitas hoje, em entrevista coletiva, pelo senador João Pedro (PT-AM). Paulo Renato foi ministro da Educação no governo Fernando Henrique Cardoso.

O parlamentar diz, na nota, que nos oito anos em que foi ministro "foram registradas 100 itens de hospedagem fora de Brasília, o que perfaz uma média mensal de 1,04 viagem por todo o país". De acordo com a nota, o número de viagens ao Rio de Janeiro se justifica porque a cidade: "é uma tradicional sede de eventos aos quais o ministro deve comparecer".

O ex-ministro explica, no texto, que os registros de hospedagem em São Paulo, 1995, foram em razão de sua mudança dos Estados Unidos para o Brasil naquele ano. Ele atribuiu ao fim de seu primeiro casamento, em novembro de 1999, os registros de hospedagem referentes a 2000 e 2001.

Na nota, Paulo Renato esclarece também que o nome de Carla Grasso consta em dois registros de hospedagem porque ela é sua esposa. De acordo com o deputado, na questão do aluguel de carros, não há similaridade com gastos efetuados por meio de cartões corporativos pelos ministros do atual governo. "A empresa LCM era paga segundo normas vigentes no Ministério da Educação e continuou a ser utilizada após o término da minha gestão em 2002."

Ele reitera ainda seu compromisso com a transparência e o ao presidente da República, aos ministros e "ao suplente de senador" pelo PT do Amazonas (João Pedro), que o acusou de gastos indevidos, a tornarem públicos seus gastos de representação. João Pedro assumiu no Senado a vaga deixada pelo ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.



 


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