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Brasília - Ampliar o acesso à
educação e à permanência do jovem na
escola, gerar possibilidade de trabalho e de renda e democratizar o
acesso ao esporte, ao lazer, à cultura e à tecnologia
de informação. As ações foram apontadas
hoje (28) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como
desafios a serem enfrentados pelo governo federal no que diz respeito aos jovens brasileiros. Segundo ele, o Estado brasileiro tem
uma dívida com a juventude do país.
“Eu
diria que o Estado brasileiro tem uma dívida com a nossa
juventude. Ela precisa ser motivada a esperanças e a
oportunidades,” afirmou o presidente, ao dar ênfase à
Conferência Nacional da Juventude, que começou ontem
(27) em Brasília e segue até o próximo dia 30.
No programa semanal de rádio Café com o Presidente,
Lula ressaltou a necessidade de criar oportunidades para os jovens tanto no
campo educacional quanto no mercado de trabalho. Segundo ele, quando
não há escola, formação profissional ou
emprego, “a juventude fica à mercê do narcotráfico
e do crime organizado”.
A
ampliação da faixa etária dos beneficiários
de programas para a juventude – que passou de 15 a 24 anos para 15
a 29 anos – foi pontuada pelo presidente como destaque nas políticas públicas voltadas para a juventude. Os programas, que antes atendiam 467 mil jovens no país devem atender, até 2010, aproximadamente 3,5
milhões – um investimento de R$ 5,4 bilhões.
Lula
garantiu que, com a implantação do Programa de
Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais (Reuni), o número de alunos atendidos
por professor nas universidades federais deve passar de 12 para 18. A
promessa é acrescentar 400 mil novas vagas nos próximos
anos.
“Essa
conferência vai carimbar concretamente as obrigações
do Estado brasileiro para com a juventude brasileira”.
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