Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
7 de Maio de 2008 - 13h11 - Última modificação em 7 de Maio de 2008 - 13h19


Dilma diz que governo quer agilizar andamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Antonio Cruz/ABr
Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fala na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
Brasília - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, fala na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura do Senado sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
Brasília - O governo está trabalhando para que os estudos de viabilidade para a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), possam ser realizados.

A informação foi dada hoje (7) pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao participar de audiência pública da Comissão de Serviços e Infra-Estrutura do Senado para apresentar o andamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Segundo Dilma, a intenção do governo é que o leilão da usina seja realizado em outubro de 2009. A usina deverá gerar 11,1 mil megawatts a partir de abril de 2014. Em abril deste ano, a Justiça Federal do Pará suspendeu, liminarmente, os estudos de viabilidade da hidrelétrica.

O investimento em hidrelétricas previsto no PAC é de R$ 57,4 bilhões, sendo que R$ 32 bilhões deverão ser investidos até 2010. O PAC inclui 58 empreendimentos na área, com a geração de 29,7 mil megawatts.

Segundo a ministra, a geração de mais 48 mil megawatts estão em fase de estudos de viabilidade ou elaboração de inventário pelo governo. “Isso é fundamental para o futuro da geração de energia do país”, ressaltou.

Dilma disse que o PAC tem quase 7 mil ações e investimentos de R$ 504 bilhões nas áreas logística, energética, social e urbana. A ministra destacou que serão investidos R$ 33,4 bilhões em duplicação, construção e concessão de estradas. Segundo ela, mais 7 mil quilômetros serão licitados.

O PAC foi lançado em janeiro de 2007 com o objetivo de consolidar a agenda de desenvolvimento econômico e social do país, acelerar o crescimento da economia, aumentar o emprego e a renda e manter a solidez nas contas externas e na inflação.

No final de janeiro deste ano, durante o balanço de um ano do lançamento do PAC, o Comitê Gestor do programa divulgou que 86% das ações previstas apresentavam andamento adequado. À época, 12% das obras exigiam atenção e 2% estavam com ritmo de execução considerado preocupante.

Em 2007, o governo federal destinou R$ 16,5 bilhões do Orçamento Geral da União para investimentos no PAC. Desse total, 97% foram empenhados até janeiro deste ano.


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina