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Brasília - O governo vai rastrear
contas de serviços no Executivo, com o objetivo de reduzir o
gasto na administração pública federal. Para
isso, já contratou o Instituto de Desenvolvimento Gerencial
(INDG), que vai auxiliar o trabalho com tecnologia e definir a freqüência
e o volume dos gastos dessas contas
O anúncio foi
feito pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Segundo ele,
inicialmente serão monitorados os gastos dos Ministérios
do Planejamento, Defesa, Saúde, Educação,
Justiça e Fazenda, que atualmente têm os maiores
orçamentos.
“Vamos monitorar
desde [os custos com] energia elétrica, água e esgoto,
até serviços técnicos profissionais, de apoio,
administrativos, diárias, passagens e gastos com
terceirizados. Em tudo isso vamos fazer um pente fino. O objetivo é
reduzir o máximo possível o volume dessas despesas”.
Paulo Bernardo
participa do ciclo de debates Controle Publico – Instrumento de
Cidadania, que se realiza no Senado
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