|
Rio de Janeiro - O ministro do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel
Jorge, informou hoje (12), que a Política de Desenvolvimento
Produtivo, anunciada pelo governo, terá gestores de
acompanhamento de metas formado por integrantes da Casa Civil da
Presidência de República e do próprio ministério.
“O plano tem metas e
responsabilidades definidas, e com gestores expressivos para
acompanhar cada uma dessas metas. Haverá um comitê
gestor de alto nível, formado pela Casa Civil e pelo
Ministério do Desenvolvimento, que coordenará estes
esforços de implantação dos trabalhos da
política de desenvolvimento produtivo”, disse.
De acordo com o
ministro, a iniciativa, que acontece pela primeira vez “nos últimos
trinta anos”, devolve e traz para o Estado a coordenação
das ações voltadas para o desenvolvimento.
“Com ela o Estado
volta ao planejamento do desenvolvimento. E isto é fundamental
para o desenvolvimento do país, principalmente em um momento
como este. O Estado volta não só a coordenar, mas
também a conduzir o processo de indução do
crescimento e do desenvolvimento do país. E isto é
fundamental para que nós possamos ter uma política
sustentável de longo prazo”, afirmou.
Embora tenha
ressaltado, “por motivos óbvios”, que todas as metas
contidas na Política de Desenvolvimento Produtivo tem como
horizonte 2010, Miguel Jorge manifestou o desejo de que elas sejam
encampadas pelos próximos.
“O que nós
pretendemos é que esse projeto e essa política de
desenvolvimento não termine em 2010, que seja uma política
permanente. Nós gostaríamos muito que ela fosse aceita,
adotada e continuada pelos próximos governos”, disse.
|