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12 de Maio de 2008 - 16h17 - Última modificação em 13 de Maio de 2008 - 00h31


Críticas à nova política industrial são de quem nunca fez infra-estrutura, diz Paulo Bernardo

Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, considerou normais as críticas à nova política industrial lançada hoje (12), no Rio de Janeiro. Ele afirmou, no entanto, que o plano é formado por medidas abrangentes, que vão beneficiar os diversos setores da economia.

"Algumas críticas são feitas por gente que nunca fez infra-estrutura no país, que ficou 25 anos sem ter qualquer investimento planejado de maneira consolidada em infra-estrutura. Mas eu acredito que essa política vai ser alvo de menos críticas, porque ela é muito abrangente", disse, ao participar da solenidade de lançamento da Política de Desenvolvimento Produtivo.

O ministro disse que seria "muita pretensão" do governo achar possível adotar medidas, como o enxugamento de dólares do mercado, capazes de influenciar a cotação do dólar, freando a valorização do real frente a moeda norte-americana, já que esse quadro é verificado em escala global.

Segundo o ministro, embora o dólar esteja caindo, as exportações brasileiras estão em expansão.

"Não vi ninguém falar que quebrou por causa do dólar. Tem gente querendo que mexamos na cotação com medidas artificiais, mas é muito complicado para o governo fazer isso", disse.




 


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