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12 de Maio de 2008 - 18h25 - Última modificação em 12 de Maio de 2008 - 18h26


Nova política dará sustentabilidade a ciclo de expansão de investimento, diz Mantega

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que Política de Desenvolvimento Produtivo, anunciada hoje (12) é um "conjunto bastante considerável de medidas de desoneração das empresas e de simplificação de procedimentos nas áreas de investimento e de exportação, que darão sustentabilidade ao ciclo de expansão de investimento que o país vive neste momento."

Ele destacou que se, por um lado, houve um crescimento da ordem de 14% de investimentos  no ano passado, é preciso dar sustentabilidade a esse crescimento. "É preciso renovar as condições para que estes investimentos se mantenham e sejam de longo prazo", disse o ministro.

Ele explicar como será o programa de incentivo aos investimentos, Mantega ressaltou o fato de o país estar envolvido numa  competição globalizada e que isso exige que as empresas brasileiras sejam competitivas.

"Estaremos sempre conquistando a competitividade necessária para sermos vencedores nesta competição acirrada, existente, hoje, em um mundo globalizado. Neste sentido, nós temos que continuar a reduzir o custo dos investimentos e das e exportações", assinalou.

O ministro da Fazenda disse que o governo, de uma maneira geral, já vinha promovendo e implementando medidas de desoneração tributária, mas que desta vez foi "um pouco mais arrojado".

Mantega disse que, ao reduzir de 24 para 12 meses a apropriação dos créditos de PIS/Confins (Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), o governo está propiciando às empresas, de uma maneira geral, uma espécie de capital de giro que ficará à disposição do empresariado.

Ele acredita que, como conseqüência da nova política, as empresas brasileiras poderão conquistar competitividade suficiente para colocá-las entre as principais do mundo, principalmente porque serão contempladas áreas estratégicas como a de software; e, ainda, vai aumentar o acesso da população brasileira a serviços básicos, o que naturalmente provoca uma melhora na qualidade de vida das pessoas.





 


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