Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
13 de Maio de 2008 - 17h13 - Última modificação em 13 de Maio de 2008 - 17h38


Sindicalista não descarta greves se redução da jornada não for aprovada

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Caso o governo federal e o movimento sindical não cheguem a um acordo em relação à proposta de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, a greve em diversos setores não está descartada. O alerta é do presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Ferreira do Prado.

“Sempre fazemos votos que não haja greve, mas greve você não pode controlar. Ela vem. Fazemos força para que seja uma campanha salarial sem greve, porque a greve dá muito trabalho para nós e muito problema para todo mundo, inclusive para a sociedade. Esse ano, pode ser que não aconteça greve, mas é uma coisa que nunca se pode descartar”, disse.

Ao participar hoje (13) do segundo dia de debates no Fórum Sindical dos Trabalhadores, em Brasília, Prado disse que as greves acontecem “porque os patrões não têm a sensibilidade para atender a reivindicação de seus trabalhadores”.

Ele é de opinião que a redução da jornada vai ampliar o mercado de trabalho, com abertura de novos vagas de emprego.

“Um dos motivos fundamentais desse evento é ter um apoio forte e em nível nacional para aprovar essa PEC e reduzir de 44 horas a jornada semanal de trabalho para 40 horas. Tivemos, no passado, 48 horas. Passamos para 44 horas na Constituição de 1988 e agora queremos que reduza um pouco mais, em 10%”, disse.

De acordo com o sindicalista, trabalhadores com jornada de trabalho inferior a 44 horas também serão beneficiados com redução de cerca de uma hora de serviço diário. Bancários, por exemplo, que já têm uma jornada de seis horas por dia e 30 horas para o semana, passariam a trabalhar cinco horas por dia e 25 horas semanais, explicou Prado.




 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina