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13 de Maio de 2008 - 14h38 - Última modificação em 13 de Maio de 2008 - 14h38


Direitos dos trabalhadores estão garantidos, afirma presidente da Força Sindical

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O presidente da Força Sindical e deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, afirmou hoje (13) que os trabalhadores podem ficar tranqüilos que seus direitos estão garantidos. De acordo com Paulinho, não há a possibilidade de extinção do 13º salário ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pelo governo federal.

“Os trabalhadores podem ficar tranqüilos. Viviam tentando mexer neles, mas a unidade [do movimento sindical] deu força de negociação no Congresso Nacional. Hoje, não se tem um parlamentar no Brasil com coragem de propor mexer no 13º salário. Ele seria crucificado nas ruas pelos trabalhadores”, disse ao participar do segundo dia de debates do Fórum Sindical dos Trabalhadores.

Paulinho defendeu uma pressão dos movimentos sindicais no Congresso Nacional para que sejam aprovados três projetos: a Convenção 151, que garante a negociação coletiva dos trabalhadores do setor público; a Convenção 158, que garante o emprego dos trabalhadores do setor privado; e a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais.

Segundo o sindicalista, cerca de 2 milhões de novos postos de emprego seriam criados com a proposta de redução da jornada de trabalho.

“Para isso, precisa da unidade dos trabalhadores e de ir para cima do Congresso Nacional para tentar aprovar, ainda esse ano, essas três questões”, defendeu.

Ele prevê uma “uma grande negociação” com o Congresso Nacional para colocar os temas na pauta do dia dos parlamentares.

Paulinho quer que o governo federal reduza os impostos e a jornada de trabalho. O custo dessa redução, inicialmente, segundo o parlamentar, seria pago pelo próprio governo.

“Em seguida, milhares ou milhões de pessoas vão trabalhar e vão pagar impostos para o governo, e portanto o governo arrecadaria de volta. A gente deve iniciar essa negociação nos próximos dias, para chegar com mais facilidade no Congresso Nacional”.



 

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