Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
13 de Maio de 2008 - 17h02 - Última modificação em 13 de Maio de 2008 - 17h15


Com saída do ministério, Marina Silva volta ao Senado no lugar de Sibá Machado

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Afastada do Senado desde 1º de janeiro de 2003 para integrar o ministério do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, retorna ao Senado para reassumir o mandato, que termina em 1º de janeiro de 2011. Ela ocupará o lugar do suplente Sibá Machado, também do PT do Acre.

O parlamentar teve uma rápida conversa por telefone com Marina Silva, na tarde de hoje (13), após a ministra comunicar a decisão de entregar ao presidente Lula o pedido de afastamento. "Ela deixou para mim claro que estava disposta a entregar a carta ao presidente", afirmou.

Sibá Machado acrescentou que Marina, na conversa, não explicou as razões que a levaram a pedir demissão. Segundo ele, a razão do pedido de demissão não passaria por eventuais divergências da ministra com a política de desenvolvimento do governo, especialmente, obras previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

"Tudo na vida tem suas dificuldades. Acredito que, no geral, o governo federal foi um exemplo muito bom para implementar um conceito de desenvolvimento sustentável nos moldes em que foi trabalhado pelo ministério [do Meio Ambiente] e pela ministra Marina Silva", disse Sibá.

Sibá negou que o governo tenha trabalhado pelo isolamento de Marina Silva nos processos de decisão do Executivo. "Eu entendo que o governo foi muito sério e sincero com a ministra e que ela está sendo muito séria e sincera", ressaltou.

Sobre eventuais alterações na política ambiental do governo a partir da saída da ministra, Sibá Machado afirmou que qualquer mudança de rumo é improvável. "O governo tem uma lógica de trabalho. Esta lógica está posta e acho que ela vai continuar com qualquer pessoa que venha [assumir o ministério]", declarou.

Matéria alterada para adequação de título

 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina