Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
13 de Maio de 2008 - 20h23 - Última modificação em 13 de Maio de 2008 - 20h24


Para Mantega, fundo soberano permite aplicação mais lucrativa de excedentes

Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Marcello Casal Jr./ABr
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, concede entrevista coletiva em que explica como funcionará o Fundo Soberano do Brasil, mecanismo de captação de moeda estrangeira, que contará ainda com recursos do superávit primário, para financiar empresas brasileiras que queiram atuar no exterior
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, concede entrevista coletiva em que explica como funcionará o Fundo Soberano do Brasil, mecanismo de captação de moeda estrangeira, que contará ainda com recursos do superávit primário, para financiar empresas brasileiras que queiram atuar no exterior
Brasília - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (13) que a criação do fundo soberano permitirá uma aplicação menos conservadora e mais lucrativa dos recursos excedentes do governo. De acordo com o ministro, essa é mais uma diferença entre o fundo – destinado a investimentos estratégicos externos – e as reservas cambiais brasileiras, que hoje chegam a US$ 200 bilhões.

Mantega explicou que o fundo poderá adquirir ações de empresas públicas ou títulos financeiros e citou como exemplo a aquisição de debêntures do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Eletrobrás ou Petrobras.

“Em vez de gastarmos esses recursos, eles saem da dotação orçamentária e esse fundo fará aplicações no exterior, retirando assim moeda estrangeira do mercado interno. Além disso, o BNDES apoiará projetos estratégicos para o País”,

O ministro citou a hipótese de apoiar, por exemplo, a importação de bens e serviços “O BNDES poderá fazê-lo e os recursos poderão retornar ao país em forma de receita”, explicou o ministro.

Mantega defendeu o conservadorismo na gestão das reservas. “Elas precisam dar cobertura cambial ao país e, por isso, têm de ser aplicadas de forma mais conservadora”, argumentou o ministro.


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina