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18 de Maio de 2008 - 18h52 - Última modificação em 22 de Maio de 2008 - 11h47


Contrução de hidrelétrica em Rondônia vai baratear energia, prevê presidente da EPE

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, vai baratear o custo da energia fornecida no país para o consumidor final, na avaliação do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.

Tolmasquim acredita que, apesar de apenas dois grupos estarem participando da disputa pela construção da usina, cujo leilão será amanhã (19), haverá forte concorrência, com deságio e benefícios para o consumidor.

“As nossas expectativas para o leilão de Jirau são boas. Existem dois consórcios fortes participando e a expectativa é de que haja uma boa disputa", afirmou. A disputa será travada pelos consórcios Jirau Energia, formado pelas empresas Odebrecht e Furnas, e Energia Sustentável do Brasil, composto por Suez Energy, Camargo Corrêa e pelas estatais Eletrosul e Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).

"Claro que, neste leilão, o preço inicial fixado de R$ 91 por megawatt/hora é bem mais baixo do que o fixado para a usina de Santo Antônio, também no Rio Madeira, que foi de R$ 122 por megawatt/hora. Ainda assim, acreditamos em disputa forte e, conseqüentemente, também em deságio em relação ao preço teto fixado para a comercialização da energia”.

Tolmasquim considera a construção da usina de Jirau, assim como a de Santo Antônio, muito importante para  o abastecimento de energia elétrica no Brasil a um preço bom para o consumidor.

“Do ponto de vista do abastecimento energético para o país, as duas usinas provocarão um impacto muito positivo para o consumidor brasileiro, porque permitirão a redução do preço. Propiciarão energia barata, bem mais que em leilões anteriores”.



 


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