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Brasília - O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que não “foi convidado para ser o anti-Marina Silva” ou o “biombo verde” da devastação da Amazônia ao sair de sua primeira reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva após o convite para assumir o lugar de Marina Silva no Ministério do Meio Ambiente. Ele garantiu que vai dar continuidade às políticas da ex-ministra.
Minc afirmou que o presidente e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, “gostaram muito” das propostas levadas por ele na reunião, entre elas a de criação de uma Guarda Nacional Ambiental, “nos moldes da Força Nacional de Segurança” para atuar na vigilância e proteção de unidades de conservação na Amazônia e defender o "conceito de soberania ambiental do país".
A criação de um “Disque-Denúncia do Meio Ambiente” e a garantia de participação do MMA em uma política de saneamento ambiental também foram apresentadas por Minc ao presidente.
Minc anunciou que a atual subsecretária do Ambiente do Rio de Janeiro, Isabela Teixeira, será a nova secretária-executiva do ministério, no lugar de João Paulo Capobianco. Segundo Minc, Isabela é bióloga, funcionária de carreira do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e “acabou de concluir o doutorado na área de petróleo e meio ambiente na Coope/UFRJ [Coordenação dos Programas de pós-graduação
em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro].”
Segundo Minc, a posse como novo ministro do Meio Ambiente está marcada para terça-feira (27) da semana que vem.
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