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19 de Maio de 2008 - 09h29 - Última modificação em 19 de Maio de 2008 - 14h55


Deságio no leilão da Usina de Jirau pode ser de 35%, acredita ministro

Sabrina Craide
Enviada especial

 
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Foz do Iguaçu (PR) - Um deságio de 35% sobre o preço máximo fixado para o megawatt-hora da Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, pode ocorrer hoje (19), durante o leilão da usina, em Brasília. Essa foi a diferença entre o teto estabelecido para a energia da Usina de Santo Antônio (R$ 122 por megawatt/hora) e o preço oferecido pelo consórcio vencedor (R$ 78,87 por megawatt/hora), no leilão realizado em dezembro.

“Espero que os competidores que vão estar amanhã [hoje] possam reduzir o máximo possível o preço para que ganhem o leilão”, disse ontem (18) o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, lembrando que ganhará a disputa quem oferecer o menor preço de energia.

Para a Usina de Jirau, o preço máximo a ser cobrado pela energia foi fixado em R$ 91 por megawatt/hora. A usina terá 3,3 mil megawatts de capacidade instalada e deverá gerar energia a partir de 2013. O valor do investimento foi estimado em R$ 8,7 bilhões.



*A repórter viajou a convite da Itaipu Binacional
 


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