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Brasília - O ministro do
Planejamento, Paulo Bernardo, disse hoje a decisão do Supremo
Tribunal Federal (STF) de proibir a abertura de créditos
extraordinários ao Orçamento da União por meio
de medida provisória levou o governo a discutir a melhor forma
de resolver o problema do reajuste do funcionalismo público.
Segundo ele, caso o
governo retire a MP sobre o crédito, precisará também
retirar a MP do aumento. Ele disse que conversou ontem (20) à
noite com o líder do governo no senado, Romero Jucá, e
soube que o governo poderia mandar um projeto de lei ao Congresso para
substituir a MP.
“Retirar a MP [da
abertura de crédito] significa que tem que tirar a [MP] do
reajuste. Isso é que tem que ser melhor discutido”.
Sobre a possibilidade
de nova greve dos servidores, desta vez por causa do tempo que
levariam para receber o aumento no caso de ser aprovado por projeto
de lei, o ministro disse que isso precisa ser melhor discutido.
“Nós já
resolvemos a questão do reajuste, já mandamos [a MP]
e isso já está sendo resolvido”.
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