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Brasília - A partir de amanhã
(26) o comando de greve da Federação Nacional dos
Policiais Rodoviários Federais (Fenaprf) vai negociar com os ministérios do Planejamento e da Justiça o acordo assinado com o governo, em março, e que os
policiais rodoviários alegam não ter sido cumprido.
O acordo prevê a
exigência do diploma de nível superior para novos
policiais e parcelas de reajuste salarial para julho, e não
novembro, como determina uma medida provisória com o reajuste
dos policiais rodoviários.
Caso um entendimento
não seja construído, os agentes da Polícia
Rodoviária Federal (PRF) farão uma assembléia
para decidir se entram em greve a partir do dia 30 de maio, de acordo
com o presidente da Fenaprf, Gilson Dias da Silva.
Procurada ontem (24)
pela Agência Brasil, a assessoria de imprensa do
Departamento de Polícia Rodoviária Federal em Brasília
informou que o governo atenderá as reivindicações
e encaminhará mudanças na medida provisória por
meio de um projeto de lei já enviado ao Congresso Nacional.
O presidente da
Fenaprf, no entanto, disse que a Federação não
foi informada oficialmente do projeto de lei.
Durante todo o domingo
(25), os policiais rodoviários realizaram uma paralisação
pelo cumprimento do acordo. O balanço da
Fenaprf aponta que houve adesão nos 26 estados e no Distrito
Federal.
A Polícia Rodoviária Federal deve divulgar amanhã um balanço das ocorrências do feriado prolongado.
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