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29 de Maio de 2008 - 21h55 - Última modificação em 29 de Maio de 2008 - 21h55


Liberação de pesquisa com células-tronco reforça esperança de menino que quer pilotar avião

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - João Vítor Freire tem 9 anos e sofre de distrofia muscular. Sorridente em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde foi levado pelos avós para acompanhar o julgamento que liberou as pesquisas com células-tronco embrionárias, o garoto franzino, sentado na Estátua da Justiça, diz já saber o que deseja caso os estudos lhe permitam a cura da doença degenerativa. “Quero ser piloto de avião”.

Esperançoso de que o neto terá condições de um futuro melhor com o progresso da ciência, a avô de João, Pedro Freire, disse que os ministros tomaram uma decisão favorável ao povo brasileiro.

“Toda família que passa por um problema desse está feliz e os cientistas brasileiros vêem lutando para nos oferecer uma alternativa. Só quem vive de perto sabe o que é isso.”



 


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