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30 de Maio de 2008 - 17h36 - Última modificação em 30 de Maio de 2008 - 17h36


Elevação do superávit primário não elimina criação do fundo soberano, diz Bernardo

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A decisão de  elevar o superávit primário de 3,8% para 4,3%  não significa extinguir o fundo soberano, disse hoje (30) o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em almoço-palestra, na Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro.

“Vai ser feito [o fundo soberano]. É uma encomenda do presidente Lula”, afirmou. Paulo Bernardo. Ele disse que caberá ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, formatar o fundo, apresentando os mecanismos de captação de recursos, as regras para aplicação desse dinheiro, entre outros detalhes, para que seja transformado em lei.

O governo vai  mandar o projeto para o Congresso Nacional, após a aprovação do presidente Lula. “Mas não acaba, não. A nossa proposta é fazer um fundo soberano”. Paulo Bernardo esclareceu que a obtenção pelo Brasil de mais um grau de investimento não  afasta a necessidade de criação desse  fundo.

O ministro do Planejamento confirmou que o excedente do superávit primário vai servir para capitalizar o fundo soberano. “Essa é a proposta que está fazendo o ministro Guido”. Ele ponderou, porém, que devem ser discutidos primeiro qual será a fórmula e o que será encaminhado ao Congresso. Por enquanto, o que há de concreto até agora é o aumento da meta de superávit primário de 3,80% para 4,30%, disse Bernardo.

 

 

 

 

 

 




 


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