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Brasília - O procurador-geral de
Roraima, Luciano Queiroz, foi preso hoje (6) pela Polícia
Federal (PF) durante a Operação Arcanjo, realizada em Boa Vista, suspeito de pedofilia. Também foram detidos um major da Polícia Militar, um funcionário do
Tribunal Regional Eleitoral (TRE), dois empresários e outras três pessoas. Segundo a PF, os oito mandados de prisão e os oito de
busca e apreensão foram cumpridos nesta manhã. Os
presos estão sendo encaminhados à superintendência
do órgão no estado.
A acusação
é de que três pessoas, Givanildo dos Santos Castro,
Jackson Ferreira e Lidiane do Nascimento, atuavam junto com o major
da PM Raimundo Gomes em uma suposta rede de pedofilia. Essa rede, de acordo com a assessoria da Polícia Federal, atenderia
ao procurador-geral Luciano Alves de Queiroz, além de empresários e
políticos. O funcionário do TRE preso, segundo a PF, é Hebron Silva Vilhena.
O procurador-geral de Roraima foi quem deu entrada, em abril, na ação cautelar, com pedido de
liminar, para suspender a Operação
Upatakon 3, destinada a retirar os não-índios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.
A matéria foi alterada para correção de informações
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