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Elza Fiuza/ABr
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Brasília - 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT) reúne, pela primeira vez, pessoas de várias partes do país
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Brasília - A partir de agora, para padronizar a nomenclatura usada
pelos movimentos sociais e pelo governo, junto com o padrão usado no resto do
mundo, em lugar do GLBT, a sigla passa a ser LGBT: Lésbicas, Gays, Bissexuais,
Travestis e Transsexuais. Essa foi a decisão tomada hoje (7) durante 1ª
Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.
A diferença pode parecer pequena, mas para o grupo a mudança também significa
dar maior destaque para as reivindicações das mulheres lésbicas.
“Também coloca a questão da mulher lésbica como protagonista desse processo,
prioriza e dá maior visibilidade à questão das lésbicas. Isso é importante. Era
uma demanda antiga do movimento das lésbicas organizadas”, explica o presidente
da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais
(ABGLT), Toni Reis.
Além da plenária, o sábado foi de atividades nos grupos de trabalho por setor,
que votaram todas as propostas que devem ser incluídas na Carta de Brasília. O
documento vai ser discutido na plenária final, amanhã (8).
Reis explica que o documento final serve “para que todo
mundo possa ler e discutir cada proposta e termos o Plano Nacional de Políticas
Públicas, que é o nosso grande objetivo, e aí constituir o Conselho Nacional de
Políticas Públicas para LGBT, para que possa fazer o controle social das
políticas”.
Segundo ele, a previsão é que os trabalhos se
prolonguem por boa parte da noite, já que o texto vai ser discutido ponto a
ponto.
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