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7 de Junho de 2008 - 18h50 - Última modificação em 7 de Junho de 2008 - 19h08


Movimento de homossexuais, travestis e transgêneros agora tem nova sigla

Ana Luiza Zenker
Repórter da Agência Brasil

 
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Elza Fiuza/ABr
Brasília -  1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT) reúne, pela primeira vez, pessoas de várias partes do país
Brasília - 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (GLBT) reúne, pela primeira vez, pessoas de várias partes do país
Brasília - A partir de agora, para padronizar a nomenclatura usada pelos movimentos sociais e pelo governo, junto com o padrão usado no resto do mundo, em lugar do GLBT, a sigla passa a ser LGBT: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais. Essa foi a decisão tomada hoje (7) durante 1ª Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

A diferença pode parecer pequena, mas para o grupo a mudança também significa dar maior destaque para as reivindicações das mulheres lésbicas.

“Também coloca a questão da mulher lésbica como protagonista desse processo, prioriza e dá maior visibilidade à questão das lésbicas. Isso é importante. Era uma demanda antiga do movimento das lésbicas organizadas”, explica o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis.

Além da plenária, o sábado foi de atividades nos grupos de trabalho por setor, que votaram todas as propostas que devem ser incluídas na Carta de Brasília. O documento vai ser discutido na plenária final, amanhã (8).

Reis explica que o documento final serve “para que todo mundo possa ler e discutir cada proposta e termos o Plano Nacional de Políticas Públicas, que é o nosso grande objetivo, e aí constituir o Conselho Nacional de Políticas Públicas para LGBT, para que possa fazer o controle social das políticas”.

Segundo ele, a previsão é que os trabalhos se prolonguem por boa parte da noite, já que o texto vai ser discutido ponto a ponto.


 


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