Skip to content. Skip to navigation

A empresa    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
8 de Junho de 2008 - 17h48 - Última modificação em 8 de Junho de 2008 - 17h52


Minc prevê linha de crédito para projetos de tecnologia limpa

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Nos próximos dias, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, se reunirá com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, com o objetivo de propor a abertura de uma linha de crédito especial, “com juros melhores, prazo e carência”, para projetos de tecnologia limpa.

“A tecnologia  limpa tem de ser tratada diferencialmente em todo o país”, disse hoje (8) o ministro, durante solenidade de posse da nova diretoria da Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla), no Rio de Janeiro.

Ele anunciou que deverá ser assinado com a instituição e vários outros bancos públicos, entre os quais o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, além de bancos privados, um compromisso sócio-ambiental desses órgãos. A medida se insere na  idéia de regularizar as cadeias produtivas e apoiar projetos de tecnologia limpa.

Através dos recursos de financiamento, os trabalhadores terão condições de certificação de excelência e de manejo florestal e agropecuário. “Nós temos de ter recursos para essa modernização e esse aumento de produtividade. Você não acaba com o desmatamento indo com a polícia atrás do cara que está com a motoserra”, explica.

Minc diz que a regularização da posse da terra, a demarcação e a recuperação de  reserva legal são exemplos de processos que poderão ser contemplados com recursos. O ministro lembrou, ainda, que a recente medida provisória, estabelecendo o preço mínimo para produtos do extrativismo, como borracha, castanha, açaí, copaíba, guaraná, permite aos produtores obter financiamento para construírem galpões, frigoríficos e comprarem caminhões.

Segundo ele, cerca de 4,5 milhões de trabalhadores no extrativismo “vão se libertar, progressivamente,  das mãos dos tubarões do atravessamento, dos grandes atravessadores”.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina