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Rio de Janeiro - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse hoje
(8) que as obras de despoluição do Canal do Cunha, na Ilha do Fundão, no Rio de
Janeiro, serão iniciadas em breve pela Petrobras.
Minc participou da cerimônia de posse da nova diretoria da Superintendência
Estadual de Rios e Lagoas (Serla), quando informou já ter conversado sobre
a questão com o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.
“Agora o Canal do Cunha virou uma questão nacional. Não é mais um problema do
Rio de Janeiro. É um problema do país. Portanto, eu espero brevemente que essas
obras comecem”.
Em maio passado, quando ainda era secretário
estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc informou que a versão final
das obras de engenharia estava em análise pela Petrobras, que financiaria a
execução do projeto. Naquela ocasião, o atual ministro disse que as obras de
recuperação e revitalização dos canais do Fundão e do Cunha e do seu entorno,
na Baía da Guanabara, começariam em julho, devido ao aumento do custo do
projeto, avaliado inicialmente em R$ 70 milhões, para cerca de R$ 280
milhões.
O Canal do Fundão e o Canal do Cunha encontram-se assoreados e poluídos,
impedindo a circulação das águas da baía. Serão dragados e desassoreados cerca
de 6,5 quilômetros de extensão dos canais. Posteriormente, a região receberá tratamento
urbanístico e paisagístico, de acordo com informação da secretaria do Ambiente
do estado.
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