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Brasília - Reduzir
dos atuais 12,7% para 5% até 2010 o número de pessoas
sem registro civil de nascimento no Brasil é o objetivo de uma mobilização
que será lançada amanhã (17) pela Secretaria
Especial dos Direitos Humanos em Manaus. O trabalho também
quer melhorar o acesso à documentação civil
básica, como o Cadastro de Pessoa Física (CPF),
Registro Geral (RG) e Carteira de Trabalho.
A Mobilização para o Registro Civil de Nascimento e
Documentação Básica vai começar em 300
municípios da Amazônia Legal e do Piauí, onde são
verificadas as maiores taxas de crianças que não são
registradas até o primeiro ano de vida. Nesses locais, os
índices de sub-registro variam de 11,1%, no Acre, até
42,8%, em Roraima.
A identificação da população sem registro será feita com o
auxílio de agentes comunitários de saúde. Além disso, serão realizados mutirões de documentação e trabalhos de conscientização
da população sobre a importância de se ter os
documentos em dia. O tema será incluído nas aulas do programa Brasil Alfabetizado e a divulgação do material
informativo contará com auxílio da Pastoral da Criança,
da Previdência Social, do Banco do Brasil e da Caixa
Econômica Federal.
A mobilização faz parte do Plano Social de Registro Civil de Nascimento e Documentação Básica, lançado pelo governo federal em dezembro do ano passado.
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