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Brasília - O Comitê Gestor
do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania
(Pronasci), no Rio de e Janeiro, vai avaliar amanhã (20), a possibilidade de enviar mais agentes da Força Nacional de
Segurança para atuarem no estado. O encontro foi confirmado
hoje (19) pelo secretário executivo do Pronasci, Ronaldo Teixeira
e ocorre em caráter extraordinário, em virtude da
repercussão do assassinato de três jovens do Morro da
Providência no último fim de semana, com envolvimento
de militares. O grupo se encontra no início da tarde, na capital fluminense.
"O governador [Sérgio
Cabral] conversou com o ministro [ da Justiça, Tarso Genro] e
eles decidiram remeter [o assunto] ao comitê gestor para terem uma nota
técnica clara, que oriente sobre o acréscimo de
efetivo”, afirmou Teixeira. “No nosso planejamento, temos a
visão de investir muito fortemente na Favela da Maré,
Favela da Rocinha e Complexo do Alemão. Mas, diante da nova
circunstância, o comitê vai deliberar sobre a permanência
da Força ou aumento de efetivo”, acrescentou.
Segundo Teixeira, a
Força Nacional de Segurança auxilia a polícia
no Rio de Janeiro desde os preparativos para os Jogos Pan-Americanos, em junho do ano passado.
Atualmente 700 homens trabalham na área central da capital.
Ao todo, a Força conta com 3 mil agentes espalhados por todo o
país que podem ser requisitados em casos de emergência.
“Temos homens
preparados para fazer as intervenções que forem
necessárias caso o governador reivindique”, ressaltou o
secretário do Pronasci.
Além de Ronaldo
Teixeira, integram o Comitê Gestor do Pronasci no Rio o
secretário de estado de segurança pública,
Mariano Beltrame, a Casa Civil do governo fluminense, e o secretário
Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri.
As declarações
de Teixeira ocorreram na manhã de hoje, após
cerimônia que marcou a assinatura de acordos de cooperação
entre ministérios para a aplicação de recursos
do Pronasci em ações preventivas contra a violência
e a criminalidade, no Ministério da Justiça,
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