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21 de Junho de 2008 - 15h23 - Última modificação em 21 de Junho de 2008 - 15h23


Militar responsabiliza MST e Via Campesina por conflitos no Rio Grande do Sul

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O subcomandante Geral da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, coronel Paulo Roberto Rodrigues, responsabilizou hoje (21) o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Via Campesina pelo confrontos ocorridos recentemente no estado. Na última semana, integrantes da Via Campesina entraram em choque com policiais da Brigada Militar de Porto Alegre. No episódio, 17 pessoas ficaram feridas e 12 foram presas.

Para o militar, esses movimentos têm desrespeitado a lei e provocado os conflitos. “No Rio Grande do Sul se respeita a lei e a ordem. Desde que o governo assumiu, tomamos uma postura de não permitir que a ordem pública fosse arranhada no estado. A partir de então, estamos cumprindo as ordens judiciais imediatamente e temos garantido os direitos dos movimentos naquilo que a lei permite. Fora isso, não temos permitido e estamos fazendo a intervenção necessária”, disse o coronel em entrevista à Agência Brasil.

De acordo com o subcomandante geral da Brigada Militar, os movimentos têm realizado manifestação violentas, o que tem exigido da polícia intervenções com uso da força. “Em Pedro Osório, quando foi realizada uma audiência pública convocada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, o MST entendeu que os ruralistas não deveriam participar e, em razão disto, acabou havendo um confronto entre os ruralistas e o MST, que a brigada teve que intervir para evitar uma questão maior”, exemplificou.

Segundo o coronel Paulo Rodrigues, a atuação da polícia militar gaúcha tem sido elogiada pela maioria da população do estado.



 


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