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Brasília - Um dos três
ex-presidentes da Fundação Nacional de Saúde
(Funasa) citados em uma ação de improbidade
administrativa ajuizada pelo Ministério Público
Federal, o atual secretário da Fazenda de São Paulo,
Mauro Ricardo Costa, divulgou nota de esclarecimento na noite de hoje (23)
em que contesta as acusações da procuradora Raquel
Branquinho.
O ex-dirigente se exime de qualquer responsabilidade
sobre a assinatura do convênio da Funasa com a empresa
Brasfort, para terceirização de atividades-fim, e
classifica como “absoluto despropósito” a inclusão
de seu nome na ação.
“Não há
qualquer participação minha na licitação
ou contratação da Brasfort, tendo em vista ser da
competência legal do Departamento de Administração
da Funasa as atividades de compras e contratação, nos
termos do inciso I do art. 9º do Decreto Federal nº
3.450/2000”, disse Costa.
“Todo o
processo de licitação e contratação foi
embasado em pareceres favoráveis da área de recursos humanos e da procuradoria jurídica da Funasa”, acrescentou.
Mauro Ricardo
Costa promete comprovar em juízo a improcedência das
acusações do MPF. Ele também alegou que, no período em que exerceu a
presidência da Funasa, não autorizou qualquer pagamento de contrato com a
Brasfort e sinalizou que os questionamentos da procuradoria cabem às
gestões posteriores à sua.
“Os aditivos contratuais ampliando o valor e os prazos do contrato
original, bem como as contratações citadas pela procuradora, foram realizadas em gestões posteriores à
minha. Não há
qualquer responsabilidade de minha parte com relação a
eventuais desvios na finalidade do objeto da contratação
e desmandos ocorridos em administrações posteriores à
minha”, afirmou o secretário.
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