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Brasília - Ao falar hoje (24) no Palácio
do Planalto, durante a solenidade de assinatura de contratos para o
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o
governador da Bahia, Jacques Wagner, criticou o que ele chamou de ”a
ira dos invejosos que se aproveitam de eventuais falhas para imaginar
que poderão destruir o PAC”.
Para o governador, o governo vai
continuar "perseguindo a verdade, a transparência e
procurando oferecer cidadania ao povo, com a mesma tranqüilidade
que ultrapassou dias muito piores". O programa, segundo o
governador baiano, pode ser chamado também de "Programa
de Aceleração da Cidadania", pois no seu estado
ele vai atender a 4 mil pessoas que vivem em situação
precária, em encostas, em Salvador.
Ele destacou que o PAC criou um
ambiente psicológico que propiciou também melhora no
mercado de trabalho. Exemplificou que nos cinco primeiros meses à
frente do Executivo estadual foram gerados 40 mil empregos com
carteira assinada, recorde no estado.
O governador da Bahia disse que o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que esteve presente à
solenidade de assinatura dos contratos do PAC, em companhia da
ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, coordenadora do
programa, "realizou nos seis cinco anos de governo a síntese
do Estado Necessário". "Nem máximo, nem
mínimo, o necessário, dentro do tamanho do nosso drama
social". Wagner afirmou que "estão sendo recuperadas
agora políticas habitacionais e de saneamento que foram
abandonadas pelos governos anteriores, na lógica do Estado
mínimo".
O prefeito de Manaus, Serafim Correa,
falou em nome dos prefeitos que compareceram à solenidade,
dizendo que os projetos do PAC provocam no Brasil, "nos locais
mais distantes uma verdadeira revolução social".
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