A superintendência
da Polícia Federal em Minas Gerais informou hoje (24) que dez
pessoas que tiveram mandados de prisão expedidos na Operação
João de Barro continuam foragidas. Elas são acusadas de
envolvimento em um esquema de desvio de recursos em obras do Programa
de Aceleração do Crescimento (PAC) e também de
emendas parlamentares.
A operação
foi deflagrada na sexta-feira (20) quando a PF prendeu 26 pessoas.
Outras duas se apresentaram espontaneamente nos últimos dois
dias. Foram cumpridos ainda 231 mandados de busca e apreensão
que incluíram os gabinetes dos deputados federais João
Magalhães (PMDB-MG) e Ademir Camilo (PDT-MG).
Os parlamentares são
investigados pela suposta prática de três crimes:
corrupção passiva, concussão (extorsão
cometida por funcionário público) e tráfico de
influência.
Segundo a PF, os dois
deputados irão prestar depoimento mas caberá a eles o
agendamento e a definição do local no qual serão
ouvidos.