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Rio de Janeiro - A Fundação
Getúlio Vargas (FGV) constatou uma queda de 6,5%, de maio a
junho, no Índice de Confiança do Consumidor (ICC), quando passou de 114,6 para 107,2 pontos.
O ICC é composto
por cinco quesitos inseridos na Sondagem de Expectativa do
Consumidor, pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de
Economia (Ibre), órgão da FGV.O levantamento indica que, tanto as
avaliações sobre a situação atual, quanto
as expectativas em relação aos próximos meses
tornaram-se desfavoráveis.
Essas avaliações indicam, por
exemplo, que outro dos cinco quesitos, o Índice da Situação
Atual caiu, de maio para junho 6,3%. Já o Índice de
Expectativas reduziu-se em 6,6%. Houve ainda piora nas expectativas em relação
à situação econômica nos próximos
seis meses, com a parcela dos que esperam melhora diminuindo de 24,2%
para 21%.
Já o índice dos que
acreditam na possibilidade de piora elevou-se de 11,3% para 19,2%, o
pior resultado para esse quesito desde setembro de 2005. A avaliação
feita pelos consumidores da situação econômica na sua própria cidade
vem oscilando nos últimos meses.
Segundo a FGV, em
junho, essa avaliação piorou, com a parcela dos que a
consideram boa diminuindo de 19% para 16,8%. Já a proporção
dos que a avaliam como ruim elevou-se de 30,6% para 39,5%. A Sondagem
de Expectativa do Consumidor é realizada pela FGV com base em
uma amostragem feita em mais de 2000 domicílios, em sete das
principais capitais brasileiras.
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