Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
25 de Junho de 2008 - 19h13 - Última modificação em 26 de Junho de 2008 - 11h03


Ministro da Saúde participa de congresso sobre DST e aids em Florianópolis

Da Agência Brasil


 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Começou hoje (25), em Florianópolis, o 7º Congresso Brasileiro de Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids. O evento é promovido pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde. Amanhã (26), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, vai estar no congresso para falar sobre os 20 anos do Sistema Único de Saúde (SUS) e a construção da resposta brasileira à epidemia de aids.

Hoje, o Brasil tem cerca de 600 mil pessoas vivendo com o HIV. Dessas, 181 mil estão em tratamento com anti-retrovirais, recebendo o medicamentos da rede pública. Cerca de 85% dos municípios brasileiros têm pelo menos um caso de aids notificado.

De acordo com o diretor-adjunto do Programa de DST/Aids do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa, a aids não tem um grupo específico. “A aids atinge essencialmente pessoas de baixa renda que vivem nas periferias das grandes cidades, mas, na verdade, todas as pessoas hoje se encontram em uma condição de vulnerabilidade, por conta da inter-relação entre as várias populações. Os grupos de gays, travestis, profissionais do sexo e usuários de drogas ainda se encontram com números altos dentro do quadro da epidemia, porém com chances de redução.”afirma Barbosa.

Segundo ele, 1 bilhão de preservativos foram doados pelo governo federal neste ano. “Esses preservativos vão ser distribuídos de acordo com os planos e necessidades apresentados pelos estados e municípios.”

Uns dos temas a serem debatidos no congresso é a restrição da entrada de estrangeiros com HIV em certos países. “A restrição da entrada [portadores do HIV] é uma decisão de cada país, baseada no seu sistema de saúde. O governo brasileiro não vê motivos para essa restrição", disse Barbosa.




 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina