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25 de Junho de 2008 - 13h29 - Última modificação em 25 de Junho de 2008 - 15h49


Extradição de Cacciola para o Brasil agora só depende do príncipe de Mônaco

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A Corte de Apelação de Mônaco rejeitou o recurso apresentado pelo banqueiro Salvatore Cacciola contra parecer da Justiça do principado, que permitiu sua extradição para o Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, o banqueiro não pode mais recorrer a nenhuma esfera de Mônaco

Agora, falta apenas a decisão soberana do Executivo, representado pelo príncipe Albert, sobre o processo de extradição do banqueiro, que deve sair em julho.

O ministério também informou que os advogados de Cacciola devem recorrer à Corte de Direitos Humanos da Europa contra a decisão soberana de Mônaco. Esse procedimento nunca foi registrado anteriormente.

Segundo a assessoria de imprensa do ministério, o secretário nacional da Justiça, Romeu Tuma Júnior, disse que esse é um golpe contra a impunidade e um sinal de que a Justiça está ao alcance de todos.

Salvatore Cacciola foi condenado no Brasil em 2005, pelos crimes de peculato e gestão fraudulenta. A pena foi fixada em 13 anos de prisão em regime fechado. Ele foi preso em 2007 pela Interpol, em Mônaco.



O título da matéria foi alterado.
 


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