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1 de Julho de 2008 - 19h50 - Última modificação em 2 de Julho de 2008 - 00h01


Diretor da PF nega vazamento de informações e promete apurar excessos

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Em reunião que durou quase uma hora, o diretor-geral da Polícia Federal,  Luiz Fernando Corrêa, ouviu na noite de hoje (1º) do presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, as mesmas críticas que ele fizera mais cedo, em entrevista coletiva, quando acusou agentes da PF de tentativa de intimidação contra juízes ao vazarem informações sigilosas de operações.

Após o encontro, Corrêa garantiu, em entrevista concedida apressadamente, receber com tranqüilidade as críticas, sinalizou com uma “apuração”, mas negou que a PF tenha cometido abusos. “Não tem qualquer mal-estar e também não tem ocorrido abusos. Os eventuais fatos que possam caracterizar desvio de comportamento disciplinar ou criminal serão apurados”, disse o diretor.

“Qualquer fala do presidente do Supremo, nós, enquanto Polícia Judiciária, temos que estar atentos. Recebemos com naturalidade. Temos nossas chamadas de atenção internas para correções”, acrescentou.

Segundo Côrrea, ele e o presidente do STF se falam com frequência e conservam uma aproximação institucional. “Estamos empenhados em fazer com que as coisas andem dentro da legalidade”, resumiu.



 


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