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8 de Julho de 2008 - 17h47 - Última modificação em 8 de Julho de 2008 - 17h48


Advogado europeu de Cacciola apela ao Comitê contra Tortura da ONU em favor do cliente

Vinicius Konchinski
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O advogado Frankier Michel, defensor europeu de Salvatore Cacciola, encaminhou hoje (8) um pedido ao Comitê contra Tortura das Organizações das Nações Unidas (ONU) para que o ex-banqueiro não seja extraditado para o Brasil. Em entrevista coletiva, concedida hoje, em São Paulo, o advogado Carlos Ely Eluf, que representa Cacciola no Brasil, disse que a prisão do ex-proprietário do Banco Marka tem cunho político e que o réu estaria exposto a maus tratos no país.


Também hoje os advogados de Cacciola no Brasil - Eluf, Alan Bousso e Guilherme Eluf - protocolaram um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal, alegando falhas no processo em que Cacciola responde por peculato, gestão fraudulenta e corrupção passiva. O ex-banqueiro foi considerado foragido, em decisão de primeira instância, em 2005.


 


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