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Roosewelt Pinheiro/ABr
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Brasília - O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) depõe no Conselho de Ética da Câmara no processo em que é acusado de envolvimento no esquema de desvio de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social
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Brasília - O deputado Paulo Pereira da
Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, negou hoje (9),
durante depoimento no Conselho de Ética da Câmara, que teria pago
serviços prestados pelo advogado Ricardo Tosto com verba
indenizatória do gabinete.
“Que eu saiba, não
tem pagamento para o senhor Ricardo Tosto na minha prestação
de contas. Tenho certeza de que não existe isso.”
Sobre os R$ 37 mil que
João Pedro Moura, suposto assessor de Paulinho, teria doado a
ONG Meu Guri – do assessor e de sua esposa, ligada à Força
Sindical – o deputado esclareceu que o dinheiro seria usado para
pagar dívidas de um apartamento cedido por João Pedro à
ONG.
Paulinho afirma que, como a Meu Guri não teria conseguido vender o imóvel, usou a quantia para pagar as despesas com condomínio
e outros impostos do apartamento.
“Meu Guri negociou
com ele [João Pedro Moura]. Não seria justo ele pegar o apartamento
de volta e não deixar nada para as crianças. Então
a ONG conseguiu R$ 37 mil com ele”, refutou. O depoimento está ocorrendo neste momento na Câmara.
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